domingo, 22 de dezembro de 2013

A Seleção-Kiera Cass

Comprei esse livro por  acaso do destino. Minha irmã viu nas Americanas O Teorema Katherine, mas só tinham duas unidades restantes. Ela estava com muita vontade de lê-lo e o medo de que se demorássemos mais alguns dias , outras pessoas já tivessem o levado fez com que  ela me arrastasse ( e o meu dinheiro, visto  que money que é bom ela não tem)  para a loja no outro dia, mesmo estando chovendo. Ao chegarmos lá, o que ela temia aconteceu: Não tinha mais nenhum exemplar de TK. Mas então eu dei de cara com esse livro lindo, que eu tava com vontade ler fazia tempo e nem me importei de não poder ler John Green. Fica para uma próxima. E é sobre ele que eu vim falar nesse post! (Dã)
Sinopse:
"Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar." 

Pela sinopse já dá para ter uma noção de como é a história. America é uma garota pobre, acha que tá feliz ao lado do (chato) Aspen, mas quando ela vai para o palácio, acaba  se afeiçoando a Maxon, que é bem mais legal  do que ela imaginava que fosse. E aí é óbvio que eles vivem um triângulo amoroso com todo aquele clichê e toda aquela coisa que a gente já tá acostumado. Mesmo assim, eu gostei MUITO do livro. Com um plano de fundo distópico, mas mesmo assim um foco maior no romance, Kiera Cass conseguiu escrever uma história excelente e bastante convincente, visto que é algo que realmente poderia acontecer aos EUA num futuro bem distante. 

A leitura é deliciosa do início ao fim e a America e o Maxon são super shispantes. Recomendo muito se você gostar de chick-lit e distopia. 

domingo, 24 de novembro de 2013

Um vício chamado Lea Michele


Nascida em 1886, Lea Michele Safarti começou na carreira artística aos 8 anos interpretando Cosette no musical Os Miseráveis. Desde então a moça não parou. Fez vários musicais na broadway, além de concentro a solo em Nova York e Los Angeles. Mas o que a fez se  tornar reconhecida  entre o público adolescente e jovem adulto foi seu papel na série Glee, como Rachel Berry. E foi através desse show que ela entrou na minha vida. 
 Quando  eu vi a Rachel,  já fui buscando saber quem era a protagonista. Na época eu já via uma coisa ou outra sobre Lea .Mas fui me  viciar mesmo, a ponto de ficar horas e horas só pesquisando sobre sua vida, esse ano. Como eu gostaria muito que mais pessoas se apaixonassem também, separei alguns dos principais momentos da sua carreira, para todo mundo vê e amar ela também.



Nada melhor para iniciar que o começo, certo? Esse especial mostra uma entrevista da Lea ainda criança, além de alguns momentos dela em cena. Para mostrar que desde novinha ela já era incrível! 


Quem vê Lea como a Rachel, não imagina que a moça já fez Spring Awakening, papel que fez com que a moça fosse convidada a fazer os testes para Glee. Como Wendla, ela protagoniza uma cena hot ao lado do seu amigo Jonathan Groff. Eu não tive problemas com a cena,  mas vi gente falando que o espetáculo mudou completamente a sua visão sobre ela. 




Aqui dá para ver um pouco da sua audição. Segundo ela, a sua primeira audição foi um desastre, mas mesmo assim ela conseguiu o papel. Ainda bem né? 



Impossível falar sobre a trajetória de Lea, sem citar sua apresentação no Tony Awards. Para mim, essa apresentação foi ótima, e ela não só cantou como expressou o sentimento da canção perfeitamente. Podem até discordar, mais para mim foi uma apresentação brilhante. 

É claro que esses momentos são apenas  o básico do básico da sua carreira. Tem muitos outros momentos que eu poderia citar, mas vou ficar por aqui mesmo. Lea é uma mulher extremamente talentosa, extrovertida e forte que sempre me faz feliz com suas palavras. Deem uma chance á ela e não se arrependerão. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Nós dois sós

Eu nunca me apaixonei por você. Não verdadeiramente. Assim como você nunca me amou. Isso é fato. Mas eu me sentia querida perto de você, e isso era bom. Eu me lembro que eu gostava de receber sua atenção. Talvez eu gostasse mais do menino amigo, do que menino ficante. Você não era um bom beijador, eu também não. Ou talvez só nosso beijo não funcionasse junto. Mas você me fazia feliz. Com suas palavras, com suas conversas, e com nosso papo sobre livros. Era bom. Mas não era o suficiente para manter uma relação, não de amor. A verdade sobre nós, é que nunca foi sobre nós. Foi sobre uma garota diferente que se sentia só, e sobre um garoto que precisava de um amor. Nós nunca nos amamos, e nem eu nunca tive que te esquecer . Assim como você nunca teve também. Nós não fomos nós, nós fomos só dois sós.